domingo, 10 de maio de 2015

Dia das mães!

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domingo, 19 de abril de 2015

A arte de envelhecer

Por que alguns vinhos precisam de anos de amadurecimento e outros podem, praticamente, dispensar o processo de maturação?

O processo de amadurecimento nos vinhos pode ser também entendido como um método de estabilização, um período para apurar a bebida, para que seja melhor consumida. Logo após a vinificação, o vinho ainda está vivo, com aromas fechados e taninos duros. A maturação serve como um repouso, justamente para amenizar características de estrutura e perfil aromático.

No caso dos vinhos jovens, de consumo imediato, esse processo, quando existe, é mais curto. Isso proveniente de vinhas novas, com grande rendimento, o que permite que as uvas tenham menor concentração de nutrientes, gerando uma bebida mais leve e com pouca estrutura. Dessa forma não precisa amadurecer por um período longo.

Os vinhos amadurecidos são elaborados com uvas cujo controle de produção é maior. A quantidade de cachos por planta é reduzida para que os poucos que ficam recebam mais nutrientes possível. Isso acaba gerando uma bebida mais potente, que precisa passar por processos mais longos de maturação até arredondar. Sendo assim, podemos afirmar que o amadurecimento do vinho está ligado à qualidade e à concentração da uva.

Existem vários processos de maturação, sendo os mais comuns os tanques de aço inoxidável e concreto e as barricas de carvalho. Tal escolha permite aos enólogos definir as características do vinho que eles têm em mãos e o estilo a ser elaborado, o que também pode estar ligado a raízes culturais regionais.

A garrafa também pode ser um ótimo elemento no amadurecimento dos vinhos. O controle da temperatura, unidade e luminosidade é essencial.

Os tanques de inox é bastante utilizado, pois permite um controle mais rigoroso da temperatura. Além disso, a limpeza é rápida e prática. O material, inerte, não reage com os componentes do vinho. Esses tanques permitem vedação total do vinho e não conferem aromas e sabores estranhos ao líquido.

Os tanques de concreto traz maior complexidade aos vinhos, por se tratar de um material rústico não tão inerte, que, por ser poroso permite a micro-oxigenação, como as barricas. Os tanques de concreto possibilitam uma dispersão de calor seis vezes maior do que a madeira.

A maturação em barricas de carvalho é o processo mais valorizado pelo enólogos, pois a madeira alavanca várias características que os profissionais buscam no perfil de seus vinhos. Ao permanecer em contato com a madeira, o vinho recebe elementos que lhe conferem maior estrutura e longevidade e também é enriquecido com novos compostos aromáticos.

Para o amadurecimento em barrica, quase sempre é utilizado o carvalho, principalmente de origem francesa e norte-americana, apesar de haver boas barricas em outras regiões.

O carvalho francês tem maior porosidade e , por isso, proporciona melhor micro-oxigenação, cede mais polifenóis (taninos) e menos componentes aromáticos, enquanto o carvalho americano é menos poroso, cede menos polifenóis e é intensamente aromático.

Fonte: Revista Wine  



segunda-feira, 13 de abril de 2015

Como decifrar as características de um vinho?


Conhecendo previamente algumas de suas características, é possível decifrar melhor a personalidade de um vinho. Enriqueça sua experiência de degustação a partir de pistas simples e valiosas.

1° Passo: Nos olhos
- O vinho é transparente? Coloque o a taça com o vinho diante de uma superfície branca, quanto mais transparente, mais leve é o vinho.
- Qual é a sua cor? Quanto mais próximo do roxo mais jovem é o vinho e quanto mais a cor se aproximar do acastanhado, da cor do tijolo, estará mais envelhecido.
- O vinho é viscoso? Gire a taça e repare no efeito quando a bebida escorre, rastros conhecidos como lágrimas, arcos ou pernas. Quanto mais lentamente a lágrima cai, mais álcool e corpo o vinho tem.

2° Passo: No nariz
- Cheira frutas, flores? Quais? É intenso? Tente perceber se o que agrada é o aroma de fruta ou de flor.
- Tem sinais de madeira como carvalho ou eucalipto?
- Sente aromas de especiarias como pimenta-do-reino ou cravo da índia?
- Quais outros aromas o vinho apresenta?
- Se sentir cheiro de pano molhado ou mofo é por que o vinho está estragado (oxidado).

3° Passo: Na Boca
- No primeiro gole não julgue, serve para regular a boca.
- É adocicado ou seco? Na ponta da língua da para perceber se o vinho é doce ou seco.
- Lembra o sabor de alguma fruta? É intenso?
- Sente a boca salivar? Na lateral da língua sente-se a acidez é que causa a salivação.
- Sente a boca amarrar (como caju)? O tanino do vinho, por sua vez, amarra a boca.
- O vinho trás uma sensação de calor? O álcool traz uma sensação de calor.
- Qual é a persistência do sabor na boca? Se superar 8 segundos, temos um vinho longo, muito provavelmente de ótima qualidade.

Feito todos os passos é hora de perceber a harmonia entre doçura, amargor, acidez, taninos e álcool. O importante é se divertir, identificar gostos para saber escolher.

Fonte: Revista Wine n. 62  

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

As grandes uvas brancas - Chenin Blanc





A uva Chenin tem origem no Vale do loire na França, mas tem muito difundida na África do Sul onde recebe o nome de Steen. Essa cepa adapta a todos os solos e climas.

Conforme o local a Chenin pode produzir vinhos muito diferentes, do crémant ao vinho doce natural, do seco ao licoroso, do ácido ao mole, do banal ao excepcional. Vinificada em seco, ela oferece um nariz vigoroso sobre notas de avelã, da maçã, de flores; vinificada em doce, exala aromas mais complexos, com toques de mel, de geleia de marmelo, de damasco cristalizado e de flor de laranjeira.

Fonte: Grande Larousse do Vinho 

domingo, 18 de janeiro de 2015

As Grandes uvas brancas - Chardonnay




A Chardonnay é, em branco, o que a cabernet-Sauvignon é para o tinto: Uma cepa internacional. Sua terras preferidas encontram-se na Borgonha e na Champagne na França.

Esta cepa pode apresentar aromas potentes. Nos países mais quentes, os aromas de brioche, de manteiga fresca, de avelã e de pão tostado dos Chardonnays da Borgonha dão lugar a aromas frutos cítricos, de abacaxi e de frutas exóticas.

Os maiores vinho de Chardonnay, como os Borgonhas brancos, envelhecem bem. 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Os 9 estilos de vinhos primários


Você já se deparou com esta imagem: dentro de uma loja off line ou on line ou num supermercado a procura de um vinho, e na sua frente você só consegue visualizar milhões de rótulos e agora? Você sabe o que quer, mas não conhece todos os rótulos ou você não sabe quais seria a melhor escolha para um determinado momento.
Aprender a pedir ou escolher um vinho é tão simples mas requer uma compreensão sobre os diferentes estilos de vinho.
Tradicionalmente, há duas maneiras de entender vinhos: por variedade (por exemplo, Sauvignon Blanc ou Syrah) ou por região (por exemplo, Rioja ou Bordeaux). Esta é uma abordagem mais precisa, mas não é muito rápida.
Ufaaa, você pode começar a classificar os tipos de vinho pelo estilo que irá tornar o aprendizado sobre as milhares de castas e regiões muito mais fácil. Existem basicamente nove categorias principais que incluem todos os vinhos tintos, brancos, rosés, espumantes e de sobremesa.

 Os 9 estilos de vinhos
  • Vinhos tintos encorpados
  • Vinhos tintos médio corpo
  • Vinhos tintos leves
  • Vinhos rosé
  • Vinhos branco encorpado
  • Vinhos branco leve
  • Vinhos doces brancos
  • Vinhos de sobremesa e fortificados
  • Espumantes
 Vinhos tintos encorpados
Vinhos encorpados normalmente têm mais tanino, mais álcool e sabores de frutas escuras, como groselha negra, jabuticabas e ameixas. Uma vez que estes vinhos têm muito pigmento, eles são mais elevados em antocianina, que tem mostrado benefícios positivos para a saúde cardiovascular. Quanto ao sabor, estes vinhos tem maior intensidade de sabor, são mais complexos na boca. Normalmente, você deverá servi-los em taças de boca mais larga para que os aromas se soltem mais facilmente e o álcool evapore.
Exemplos:
  • Syrah
  • Malbec
  • Monastrell
  • Cabernet Sauvignon
  • Montepulciano
  • Aglianico
  • Dolcetto
  • Petite Sirah
  • Nebiollo
  • Tempranillo
  • Nero d’Avola
  • Sagrantino
  • Tannat
Temperatura de serviço (temperatura ambiente): 16 a 18ºC
Harmonizações: Churrasco, Mexican Foods, Defumados, Carne Vermelha & Steaks, pratos com cogumelos e condimentados com por exemplo pimenta negra.

Vinhos tintos de médio corpo
No meio de toda a gama dos vinhos tintos, com certeza esta categoria são os que mais harmonizam com alimentos. Aqui também existem muitas variações de vinificação, cultivo e de clima de cada região vinícola, portanto um Zinfandel da Califórnia pode ser bem diferente do que um da Africa do Sul.
Exemplos:
  • Sangiovese
  • Carménère
  • Zinfandel
  • Grenache
  • Merlot
  • Negroamaro
  • Barbera
  • Cabernet Franc
  • Amarone della Valpolicella
  • Côtes du Rhône
  • Supertoscanos
Temperatura de serviço (temperatura ambiente): 16 a 18ºC
Harmonizações: Lasagna, Pizza com molho vermelho, pratos condimentados e assados de Carnes com vegetais, Sopas, Hambúrgueres, legumes grelhados, pratos com temperos decanela, erva-doce, anis, cominho, alecrim, pimenta, serão bem-vindos.

Vinhos tintos de corpo leve

Delicadamente perfumado com aromas muito sutis, os vinhos tintos de corpo leve, são perfeitos para pessoas que não querem ter batido na cabeça com seu vinho. Este estilo de vinho é muito popular entre os colecionadores e novatos. São conhecidos por ter tanino mais leve, acidez brilhante e ligeiramente inferior de álcool com sabores de frutas vermelhas. Eles são classicamente servidos em um copo tipo de taça com a boca menor para recolher os aromas. Este estilo de vinho continua a crescer em popularidade.
 Exemplos:
  • Pinot Noir
  • Cinsault
  • Gamay
  • Beaujolais
  • Schiava
  • Brachetto
Temperatura de serviço (ligeiramente fresco): 13 a 14ºC
Harmonizações: Petiscos, Risotto de cogumelos, Coq au Vin, Macarrão com Frango e outras Carnes brancas.
Vinhos rosé
Os vinhos rosés são o ponto médio literal entre o vinho branco e o tinto, no entanto, eles tendem a se comportar muito mais como um vinho branco. Eles são normalmente servidos frio e são mais seco (com exceção do vinho Zinfandel branco). Você vai encontrar este estilo muito popular perto do Mediterrâneo em torno do sul da França, ilhas do Mediterrâneo, na costa leste da Espanha e na Califórnia.
Exemplos:
  • Garnacha Rosé
  • Côtes du Rhône Rosé
  • Provence Rosé
  • Sangiovese Rosé
  • Mourvèdre Rosé
  • Pinot Noir Rosé
Temperatura de serviço (fresco): a 07 a 10ºC
Harmonizações: Pratos picantes, Frango frito, Porco Assado, Comida mexicana, comida Libanesa, comida Grega e Turca.

Vinhos brancos encorpados
Vinhos brancos encorpados geralmente significa que houve algum envelhecimento em carvalho, que lhe dará aromas e sabores untuosos de baunilha, tostado ou notas de coco. Muitos vinhos brancos encorpados podem ser de guarda e podem ser armazenados por até 10 anos, embora a maioria já estão no seu auge por volta dos 3 a 4 anos.
Exemplos:
  • Chardonnay barricado
  • Sémillon
  • Viognier
  • Marsanne
Temperatura de serviço (ligeiramente fresco): 10 a 13ºC
Harmonizações: Carangueijos, Lagostas, massas com molhos brancos, pizza de queijo, queijos moles e suaves e carnes brancas.

Vinhos brancos leves ou ligeiros
Como um raio em sua boca, os brancos deste estilo são equivalente a uma cerveja pilsen refrescante. Eles são melhor apreciado jovem, dentro de um ano ou dois do ano de engarrafamento, para preservar os sabores frutados frescos e acidez de dar água na boca. De todos os estilos de vinhos, os brancos secos são fáceis de beber.
Exemplos:
  • Albariño
  • Chardonnay sem barrica
  • Grüner Veltliner
  • Pinot Gris/Pinot Grigio
  • Sauvignon Blanc
  • Verdicchio
  • Verdejo
  • Vermentino
Temperatura de serviço (fresco): 7 a 10ºC
Harmonizações: Frutos do mar, sushi, saladas verdes, molho Pesto, frituras (como batata frita e frango frito), carnes brancas & outras aves

Vinhos brancos de sobremesa

Aromas perfumados explodem para fora da taça, você vai descobrir um toque de doçura interminável. Apesar da sua reputação humilde, vinhos brancos doces são o queridinho de quase todos os bêbados incondicionais. São vinhos mais caros e muito delicados.
 Exemplos:
  • Chenin Blanc
  • Gewürztraminer
  • Moscatel
  • Müller-Thurgau
  • Riesling
Temperatura de serviço (muito fresco): 06 a 9ºC
Harmonizações: Cozinha Indiana, Comida tailandesa, queijos fortes e azuis, sobremesas em geral
Vinhos de Sobremesa fortificados
A fim de preservar a doçura natural em vinhos fortificados, a fermentação é interrompida antes que o fermento coma todo o açúcar. Normalmente quando você faz isso, você iria ficar com um vinho de álcool mais baixo, mas nos vinhos fortificados é permitido adicionar aguardente de uva. Por causa do alto teor de açúcar e álcool, vinhos de sobremesa são preciosos e feito para ser apreciado em pequenas quantidades em minúsculas taças. Claro, existem muitas opções na categoria de vinho de sobremesa do que os vinhos fortificados como Sherry, Madeira e Porto.
Exemplos:
  • Porto
  • Sherry /Jerez
  • Madeira
  • Late Harvest / Colheita Tardia
  • Vinhos de podridão nobre (Botrytizados)
Temperatura de serviço (muito fresco): 06 a 8ºC
Harmonizações: Queijos azuis, Caramelo, Bolos, Chocolate, Torta de frutas.

Champagne & Sparkling Wines
O segredo das Bolhas de Champagne vem da adição de uma mistura especial de açúcar e vinho chamado de \”licor de expedição\’\’. Os vinhos espumantes têm bolhas e elevada acidez e variam de branco a rosé. Os vinhos espumantes têm são associados como uma bebida de comemoração, festividades, mas, na verdade, combinam com uma grande variedade de alimentos, sempre faz sucesso.
Exemplos:
  • Champagne
  • Cava
  • Prosecco
  • Metodo Classico
  • Sparkling Wine
  • Sekt
  • Lambrusco
Temperatura de Serviço (muito fresco): 06 a 10ºC
Harmonizações: Batatas fritas, ostras, saladas, tacos de peixe, salgados, petiscos de boteco e queijos

Fonte: Vinhos Online


domingo, 4 de janeiro de 2015

As grandes uvas tintas - Nebbiolo





É a principal uva italiana. É provável que na época romana, a nebbiolo já estivesse implantada na região do Piemonte.

A nebbiolo é pouco cultivada fora dá Itália e sobretudo fora dos vales do Piemonte, sua terra predileta.

Essa cepa italiana clássica produz grandes vinhos acidos e tânicos: o Barolo e o Barbaresco. De uma longevidade proverbial, eles devem passar algum tempo na garrafa a fim de desenvolver seu buquê. 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

As grandes uvas tintas - Merlot






A Merlot originária da grande região vitícola Bordelais é cultivada sobre solos frescos e argilocalcários. É cultivada no sul da França, norte da Itália, na Califórnia nos EUA, no Chile e Argentina.

O vinho procedente da merlot á macio, frutado, com aromas de cassis e de ameixa. Bebe-se, em geral jovem. 

domingo, 21 de setembro de 2014

As grandes uvas tintas - Grenache






Esta cepa de origem espanhola e é cultivada em todos departamentos meridionais franceses. Dá seus melhores resultados em colinas secas de pedregosas. É a principal cepa tinta na Espanha e frequentemente completa a Syrah na Austrália.

O vinho à base de Grenache é rico em álcool, capitoso e com pouca acidez. Sua faculdade de se oxidar é explorada na elaboração dos vinhos doces naturais. Na França, para obter vinhos de guarda, a Grenache frequentemente é associada à Mourvèdre e à Syrah. Na Espanha, ela dá vinhos leves na Rioja e mais consistentes na região de Valladolid. 

domingo, 14 de setembro de 2014

As grandes uvas tintas - Gamay






É uma cepa que surgiu na região de Beaujolais e produz um vinho tinto leve, amplamente imitado no mundo.

A Gamay ama os terrenos graníticos. O vinho procedente da Gamay é leve, rico em aromas primários e com sabor de frutos maduros. É pouco tânico e frequentemente ácido. 

domingo, 7 de setembro de 2014

As grandes uvas tintas - Cabernet Franc


Esta cepa é próxima da Cabernet-Sauvingnon sem ter seu brilho. Cultivada principalmente ao redor de Bordeaux na França. Sua maturidade precoce permite permite plantá-la mais ao norte que a Cabernet-Sauvignon.

Ela produz vinhos com aromas frescos e frutados, com gosto característico de fruto maduro. Nos Bordeaux, essa cepa é associada à Merlot e a Cabernet-Sauvignon, é quase sempre minoritária. Em compensação nos vinhos do Vale do Loire, ela domina as outras cepas eventuais.

Um vinho contendo somente Cabernet Franc é relativamente leve e para beber rapidamente.

Fonte: O Grande Larousse do vinho

sábado, 30 de agosto de 2014

As grandes uvas tintas - Cabernet-Sauvignon



Essa é a uva mais célebre do mundo. Nasceu do cruzamento da Sauvignon Blanc com a Cabernet Franc. Essa fecundação produziu-se há cerca de três séculos, em algum lugar na Gironde.

É encontrada na maior parte dos países situados ao norte do Mediterrâneo, da Espanha à Turquia e notadamente na Bulgária, onde ocupa várias dezenas de milhares de hectares.

Tem características de um tinto escuro, com aromas de casis quanto jovem, o vinho procedente dessa cepa se torna, ao evoluir, tinto tijolo, com aromas da madeira do cedro. A cabernet Franc com frequência é associada a outras variedades. Ela confere estrutura aos vinhos de guarda propiciando uma melhora durante décadas.

 Fonte: Grande Larousse do Vinho

terça-feira, 12 de agosto de 2014

O vinho tinto como aliado à sua saúde



Para quem acha que o vinho é apenas uma bebida elitizada, não conhece o seu valor para à saúde.  Especialistas apresentam um valor preventivo de doenças cardíacas, diabetes, colesterol, demências dentre outras doenças em pessoas que consomem um a dois cálices de vinho por dia.

Ao longo dos últimos 20 anos, o conceito de que o consumo dessa bebida proporciona benefícios tornou-se amplamente aceito devido aos estudos realizados. É importante entender o que significa ingerir vinho de um modo saudável, por  isso  uma dieta  composta  por  mais  de  dois  cálices  diários  não seria benéfica à saúde. 

O vinho é rico em polifenóis (procianidinas),  que são estruturas  químicas  vegetais  abundantes  na  natureza,  mas  que  acabam sendo eliminada em grande quantidade em nossa alimentação devido aos processos  realizados  atualmente.  As  procianidinas  presentes  no  vinho jovem, também chamados de proantocianidinas são os componentes dessa bebida que proporcionam mais benefícios à saúde.

Portanto,  quando  o  assunto  é  saúde  os  melhores  vinhos  a  serem consumidos são os tintos jovens.  Tintos, pois contém em maior quantidade de polifenóis  e  jovens  por  preservarem  as  substâncias  que  auxiliam  no combate as doenças, que nos vinhos de reserva se perdem ao longo do período de guarda.

Fonte: A dieta do vinho

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Visita à vinícola Casa Geraldo






Desde 1969, a Casa Geraldo é filha de Andradas, cidade bem mineirinha, incrustada aos pés da Serra da Mantiqueira, no sul de Minas Gerais. Uma região de altitudes elevadas e temperaturas amenas com clima agradável o ano todo. Esta localização privilegiada é excelente para o cultivo de culturas como a da uva, que aqui encontra solo fértil e clima propício para seu desenvolvimento.

Em Minas, Andradas é a "Terra do Vinho", uma região já tradicionalmente dedicada a esta cultura. Todos os anos a cidade celebra a Festa do Vinho, evento que atrai milhares de turistas ávidos por degustar seus vinhos e valorizar a cultura local.

A Casa Geraldo é a pioneira na produção de uvas da espécie vitis vinifera, sendo a maior produtora de uvas da região e uma das maiores vinícolas do estado.

A vinícola oferece visitas guiadas e possui uma ótima estrutura composta por sala de degustações, auditório, bar e um maravilhoso restaurante para que o visitante possa experimentar pratos harmonizados. Vale a pena conferir!


Atrium


Sala de degustações
















domingo, 3 de agosto de 2014

49ª Festa do vinho de Andradas

 
 
Andradas tem a tradição da vitivinicultura, como um traço da predominância da colonização italiana, por meio das mais de 500 famílias que aqui se instalaram, trazendo seus costumes e a técnica de cultivo da uva e produção de vinhos.
 
Em 1954, com a 1° Festa do Vinho, a bebida começou a ser mais divulgada e a cidade ficou nacionalmente conhecida.
 
Atualmente são sete vinícolas, que atuam desde a produção artesanal até a mais modernizada técnica. Em todas elas é possível acompanhar o processo de produção e degustar os melhores vinhos de Minas.
 
O vinho genuinamente andradense conseguiu se impor no comércio, sendo muito procurado e consumido.
 
Esse ano a festa aconteceu nos dias 24 a 26 deste mês na sede campestre do Clube Rio Branco.

 
 



sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Queijos e vinhos, uma combinação perfeita para noites frias

 
 
 Noites frias combinam com uma bela tábua de queijos, bons vinhos e uma agradável companhia. E para que a ocasião fique perfeita, harmonizar é o caminho, sugerem os especialistas no assunto. Segundo o chef executivo do Cavist, Airton Aragão, como a maioria dos queijos tem muito sal e gordura, caem bem com vinhos brancos.
— O queijo brie, por exemplo, combina com vinhos da uva Chardonnay. Já o de cabra, fica melhor com vinhos Sauvignon Blanc ou outras uvas aromáticas, como a Moscato ou Torrontés. Os queijos gouda, ementhal e gruyère são ótimos para acompanhar tintos leves, como os espanhóis Tempranillo. E para os tipos grana padano e parmegiana reggiano, a sugestão são os vinhos encorpados do tipo Bordeaux, ou os super Toscanos, como o Tignanello, e também os do Novo Mundo, como Don Melchor — orienta.
Para quem prefere vinhos doces, como os do Porto, Airton indica os queijos de veias azuis, como gorgonzola, roquefort e stilton. E dá uma dica:
— Para limpar a boca, antes de trocar de vinho e de queijo, o ideal é comer frutas com mais água, como pêra, melão, maçã e pêssego.
Na Bottega Del Vino, no Leblon, quatro máquinas italianas que armazenam um total de 16 rótulos são o destaque: o vinho sai diretamente na taça. A máquina mantém uma temperatura média de 15ºC (a mesma da adega) e a garrafa de vinho pode ficar aberta até trinta dias — mas, com o movimento, não dura mais do que três dias no restaurante. As quantidades que ela disponibiliza são 30 ml (só para experimentar), 90 ml (o que equivale a meia taça) e 150 ml (uma taça).
Já no Symposium, em Laranjeiras, do uruguaio José Hodara, a carta de vinhos está exposta nas prateleiras e separada por países — com foco nos da América do Sul, mas com opções da Europa, EUA e Nova Zelândia. Os dois sommeliers da casa — o brasileiro Rafael Noberto e a uruguaia Camila Ciganda — ficam à disposição dos clientes para atender suas preferências e dar dicas de harmonização junto com o chef Manuel Bernal, também uruguaio. A adega climatizada guarda os vinhos mais raros e que precisam de mais cuidados. Lá os vinhos custam de R$ 49 até R$ 700. O restaurante funciona também como centro cultural. No momento há duas exposições de esculturas e pinturas em cartaz e, aos sábados, recebe um pianista alemão.
A Confraria Carioca, em Botafogo, além de loja e wine bar, oferece degustações temáticas. Semanalmente é escolhida uma região ou país para uma abordagem orientada sobre os tipos de vinhos e culinária local. Os eventos, em geral, também contam com a participação de um produtor ou enólogo. Ainda na Zona Sul, na Porto di Vino, no Baixo Gávea, a boa pedida é a tábua com três tipos de queijos, variados diariamente, e harmonizada com os mais dos 500 rótulos de vinho disponíveis na casa. Para finalizar, a Grand Cru, na Barra, oferece o queijo grana padano com mel e pães rústicos junto com inúmeras opções de vinhos.

Fonte: O Globo

Veja onde celebrar o Dia Internacional da Cerveja em Belo Horizonte

Duke N Duke, na Savassi e no Maletta, conta com diversas opções nacionais e importadas (Facebook / Reprodução)

Qualquer sexta-feira é, para muita gente, o melhor dia para beber cerveja. No entanto, essa primeira sexta de agosto é especial no universo cervejeiro: a data marca o Dia Internacional da Cerveja, criado nos Estados Unidos em 2007. A ideia é ter um dia especial para celebrar e difundir a a cultura em torno da bebida em todo o mundo.

Belo Horizonte, que tornou-se referência nacional e internacional quando o assunto é a combinação de água, malte e lúpulo, não ficará de fora das celebrações. A cidade, que abriga algumas das principais cervejarias artesanais do país em sua Região Metropolitana, dispõe de boas opções para quem procura alternativas para beber bem no Dia Internacional da Cerveja, fugindo da mesmice do dia a dia. Confira algumas dicas de bares e pubs com cartas especializadas:

Duke N Duke
(Rua Alagoas, 1470, Funcionários | Av. Augusto de Lima, 245, Centro)
Com nova unidade inaugurada em abril no Edifício Maletta, o pub terá uma promoção especial para o Dia Internacional da Cerveja. Acertando as perguntas do quiz especial sobre a bebida, o cliente  ganha um chope Duke Wals de graça. Além disso, a casa conta com outras marcas nacionais e importadas. Algumas delas, como a irlandesa Guinness, estão disponíveis na torneira de pressão. Para comer, o pub é especializado em hamburgers especiais.

Tábua de degustação do Adriano Imperador da Cerveja (Facebook / Reprodução)
Tábua de degustação do Adriano Imperador da Cerveja
Adriano Imperador da Cerveja
(Rua Cristina, 1270, Santo Antônio)
Com o nome inspirado no imperador romano, o bar localizado no bairro Santo Antônio oferece uma das melhores cartas de cerveja em BH. Apesar de boa variedade de rótulos internacionais, o destaque vai para as artesanais brasileiras, especialmente das marcas mineiras, como a Wals, Kud e Falke.

Cervejaria Seu Romão
(Rua São Romão, 192, Santo Antônio)
Também no bairro Santo Antônio fica a Cervejaria Seu Romão. Com ambiente aconchegante, o bar tem no cardápio 92 rótulos diferentes, de vários estilos e origens.

Rima dos Sabores
(Rua Esmeralda, 522, Prado)
Boa opção para quem gosta de pratos mais elaborados para combinar com cervejas diferenciadas. Com um vasto cardápio especializado em carnes de caça, um dos pratos mais inusitados é o “javabúfalo”: pernil de javali colado em filé de búfalo ao molho de laranja com limão, servido com bruschetta de pão australiano com purê de feijão preto com castanha de caju e ar de chocolate amargo. Vai bem com cervejas mais fortes, como as stouts. A casa conta com mais de 150 rótulos, de várias cervejarias nacionais.

Vintage 13
(Rua Antônio de Albuquerque, 383, Savassi)
Quem prefere o estilo de mesas na calçada, como é tradicional em Belo Horizonte, e gosta de ouvir um bom rock'n'roll, tem o Vintage 13 na Savassi como boa pedida. O local funciona como loja de roupas durante o dia e abre como bar à noite. A carta de cervejas oferece boas artesanais brasileiras, como as mineiras Grimor e Jambreiro. Uma novidade internacional no cardápio é a escocesa Brewdog Punk IPA, do estilo india pale ale.

Tonel Bebidas
(Rua Major Lopes, 400, São Pedro)
Simplicidade é a marca registrada do misto de loja com bar na Rua Major Lopes. A pequena distribuidora de bebidas é também ponto de encontro de quem procura por boas cervejas a preços reduzidos. Marcas artesanais como Colorado e Coruja, assim como rótulos estrangeiros, podem ser comprados e consumidos ali mesmo, no balcão, ou em pé, na porta da loja. 

Fonte: Estado de Minas

domingo, 20 de julho de 2014

21 lugares ao redor do mundo que todo amante de cerveja precisa conhecer

O mundo das cervejas vai bem mais além  de um boteco de esquina servindo aquelas versões tradicionais, que todo mundo já conhece. Alguns lugares ao redor do mundo se notabilizaram por oferecer a seus clientes uma incrível experiência, seja pelo caráter histórico, seja pela variedade de rótulos, pela ambientação, pelo inusitado ou mesmo pela inovação.

Confira alguns desses incríveis templos cervejeiros na Seleção Hypeness da semana e, tendo oportunidade de visitar qualquer um desses espaços, aprecie sem moderação!

1) Weihenstephan (Alemanha)
SeleçãoBeer1

É a cervejaria mais antiga do mundo ainda em funcionamento, fundada em 1040. Fica a 40 km de Munique, na cidade de Freising.
(Foto © BeerPlace)

2) Delirium Cafe (Bélgica)
SeleçãoBeer2

Eis o bar que possui a maior carta de cervejas do mundo, com mais de 3 mil rótulos disponíveis. Fica num beco no centro de Bruxelas.
(Foto © Travel and Beer)

3) Guinness Storehouse (Irlanda)
SeleçãoBeer3

O museu/bar está localizado onde funcionou a primeira fábrica da cervejaria Guinness em Dublin. No local, além do museu, funciona o Gravity Bar, onde é possível tomar um pint vendo Dublin de cima.
(Foto © Trip Advisor)

4) UFleku (República Tcheca)
SeleçãoBeer4

A mais antiga e mais tradicional cervejaria de Praga, em atividade desde 1499. Um lugar genuinamente boêmio.
(Foto  © Panoramio)

5) Brouwerij ‘t IJ (Holanda)
SeleçãoBeer5

Nada mais tradicional do que tomar uma cerveja artesanal holandesa em um moinho de vento.
(Foto © Unquiet Time)

6) Ebenezer’s Pub (Estados Unidos)
SeleçãoBeer6

Localizado no estado de Maine, o bar já foi nomeado nada menos do que 13 vezes como o melhor do mundo para tomar uma gelada.
(Foto © Bernt Rostad)

7) Augustiner-Keller (Alemanha)
SeleçãoBeer7

Eis um incrível biergarten para se tomar cerveja até altas horas da madrugada à sombra das castanheiras em Munique. A Augustine, a propósito, é a cervejaria mais antiga da cidade, criada no ano de 1294.

8) Ye Olde Cheshire Cheese (Inglaterra)
SeleçãoBeer8

Que tal tomar um pint em plena Fleet Street, em Londres, num pub que já teve Mark Twain, Charles Dickens e Voltaire como frequentadores?
(Foto © Rashbre Rashbre)

SeleçãoBeer9

O mosteiro de Koningshoeven é o único trapista do mundo que oferece regularmente visitas guiadas à cervejaria, com direito a degustação. Na abadia é possível beber a ilustre La Trappe nos encantadores jardins dos monges.

10) Carlsberg Visitors Centre (Dinamarca)
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Na fábrica pioneira da Carlsberg em Copenhagen, além de conhecer a história de uma das mais ilustres cervejarias do mundo, o visitante terá acesso também à maior coleção de garrafas de cerveja do planeta, que contabiliza um total de 16.384 garrafas. A visita termina no lendário Jacobsen Brewhouse.
(Foto © Wikipedia)

11) McSorley´s Old Ale House (Estados Unidos)
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Sabe aquele saloon todo de madeira, empoeirado e de frequência duvidosa típico de uma faroeste do John Wayne? Pois é essa a atmosfera do bar mais antigo da América, fundado por um irlandês em Nova York no ano de 1854 e de pé até hoje.
(Foto © James Maher)

12) Hofbräuhaus (Alemanha)
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Eis outra cervejaria em Munique que faz parte da história alemã. Personagens históricos fartaram-se em beber dos seus canecos, como Sissi, a imperatriz austríaca, e Vladimir Lênin, que  escreveu em suas memórias que se lembrava “com carinho da Hofbräuhaus, onde a boa cerveja atenua as diferenças de classe”.
(Foto © Lost & Found)

13) ‘t Brugs Beertje (Bélgica)
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O local é uma unanimidade na cidade de Bruges, graças a sua carta de cervejas fabulosa e ao seu gezellig, palavra holandesa que descreve o ar caseiro e aconchegante que um verdadeiro pub deve ter.
(Foto © Bom Beer Voyage)

14) Kuchlbauer Brewery (Alemanha)
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Essa incrível torre em Abensberg, resultado de um sonho da família do proprietário da cervejaria de Kuchlbauer, eleva a cerveja ao estado de arte em um tour histórico imperdível;
(Foto © Johanann Dirschl)

15) The Avenue Pub (Estados Unidos)
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Esse pub de New Orleans literalmente nunca fecha. Mesmo durante o furacão Isaac, ele abriu suas portas para os clientes bravos que procuravam uma bebida no meio da tempestade. São dois andares com mais de 75 cervejas na torneira e vista para a St Charles Avenue.
(Foto © Urban Beer Hikes)

16) Ye Olde Trip to Jerusalem (Inglaterra)
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Imagine tomar uma cerveja em uma gruta na base do histórico castelo de Nottingham, o local de parada favorito dos cavaleiros que estavam a caminho da Terra Santa…

17) Brazen Head (Irlanda)
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Este pub está localizado às margens do Rio Liffey, em Dublin, fora das muralhas da cidade. Acredita-se ter sido uma taberna desde 1178. Dentre as figuras históricas e literárias que passaram por lá para uma cerveja estão James Joyce, Brendan Behan, Jonathan Swift, Robert Emmet, Wolfe Tone, Daniel O’Connell e Michael Collins.
(Foto © Kendo’s Blog)

18) La mort subite (Bélgica)
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Há mais de um século, a ‘morte súbita’ convive em plena harmonia com os cidadãos de Bruxelas. Uma das mais tradicionais cervejas do país, pode ser apreciada nessa casa, com porções de queijos e linguiças locais. Imperdível!
(Foto © La mort subite)

19) BrewDog (Escócia)
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O paraíso dos cervejeiros revolucionários tem seu bar pioneiro localizado em Aberdeen. É o templo original das ‘cervejas não-conformistas, conhecidas por homens ou cachorros’!
(Foto  © Digital Newsroom)

20) Sapporo Beer Garden (Japão)
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Para aqueles que querem beber e comer bem e ainda saber um pouco mais sobre a história da cerveja, o Sapporo Beer Garden, em Sapporo, no Japão, é o lugar ideal. A casa, que fica junto ao Museu da Cerveja, oferece um banquete especial com direito a pratos típicos e bebidas à vontade.
(Foto ©  Brett Schroffel)

21) Heineken Experience (Holanda)
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Inaugurada em 1867 em Amsterdã, a primeira cervejaria da Heineken é agora um museu que oferece, além de um tour interativo pela história da empresa e um simulador de produção de cerveja em 4D, salas onde o visitante pode gravar vídeos, tirar fotos, brincar de DJ e fazer garrafas personalizadas. Também é possível degustar cervejas e aproveitar as bebidas nos dois bares do local.
(Foto ©  Traveller Stories)

Fonte: Hypeness

quinta-feira, 17 de julho de 2014

10 lugares que os amantes do vinho devem conhecer


Gosta de vinho? Gosta de viajar? Esse post é para você. Dá uma olhada nessas dicas de lugares incríveis!

Para quem gosta de vinho e de viajar, essas dicas são imperdíveis! Reunimos em um só post os lugares que não podem faltar na lista de um enófilo viajante. Confira e já vai se programando para visitar os que você ainda não conhece!

Champagne, França: É somente de lá que saem as famosas garrafas de Champagne. Para receber esse nome, a bebida deve ser produzida com uvas cultivadas na região e seguir rigorosas normas de engarrafamento.


Toscana, Itália: As colinas toscanas produzem alguns dos mais famosos vinhos do mundo, como o Brunello di Montalcino. Temperatura adequada e solo propício trabalham juntos para a obtenção de diversos tipos de uva com máxima qualidade.


Califórnia, EUA: A região se orgulha pela grande variedade de uvas produzidas. São cerca de cem tipos cultivados nas quase 3.000 vinícolas do estado. A combinação de clima e solo faz da Califórnia um dos principais destinos do mundo para enólogos e amantes do vinho.


La Rioja, Espanha: De todas as regiões produtoras espanholas, a Rioja é a mais famosa e que mais representa o estilo espanhol de fazer vinho. Embora chamada de “Bordeaux Ibérica”, os tintos de Rioja possuem mais a delicadeza da Borgonha que a potência de Bordeaux.

Rioja

Mendoza, Argentina: Encravada no meio da Cordilheira dos Andes, a província aliou o clima seco e a qualidade do solo às inovadoras técnicas de plantação e irrigação para se tornar uma das principais produtoras de vinho do mundo.

Mendoza

Bordeaux, França: Bordeaux é uma das mais antigas e influentes regiões produtoras de vinho do mundo. De lá, surgiram uvas famosas e encantadoras como a cabernet sauvignon, a merlot, a sauvignon blanc e até mesmo a carménère.

Bordeaux

Sicília, Itália: Suas colinas escarpadas e seus inúmeros precipícios revelam evidências de videiras e da produção de vinhos que remontam aos primeiros assentamentos fenícios há mais de três mil anos.

Sicilia

Nova Zelândia: A Nova Zelândia é famosa pelo pássaro kiwi, o bungy jump de Queenstown (em destaque), a seleção de rúgbi All Blacks, as locações da série O Senhor dos Anéis, a cultura maori e, há alguns anos, começou a se tornar conhecida também por seus vinhos.

Nova Zelandia

Austrália: Dentre as principais regiões vitivinícolas da Austrália está a South Australia (Austrália do Sul) que engloba o maior número de sub-regiões reconhecidas e representa cerca de 60% de todo o vinho produzido no país.  Só o seus centenários vinhedos já valem a visita.

Australia

África do Sul: A rota dos vinhos de Stellenbosch tem clima mediterrânico, com verões quentes, invernos suaves e céus azuis e limpos. Fica no pé das montanhas de Cape Fold, que desenvolveram um solo propício à vinha para produção vinícola.


Fonte: Sommelier Wine